
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Cruzeiro x atlético-MG
(A saga de um pé frio)
Pessoal, olhem só o que aconteceu:
Após de ter assistido, via PFC, o fatídico clássico 24/10 (Cruzeiro 3 x 4 atlético-MG), p. da vida e procurando uma explicação para uma das coisas mais louca que já vi em minha vida, considerando que o Cruzeiro finalizou muito mais do que o atlético-MG (23 vezes contra 7 dos rosados) e, ainda assim, saímos perdendo, enviei o seguinte e-mail para o Dado, com cópia para o Neno e para o Bruno:
Que jogo maluco foi aquele???
Tô achando que o Neno foi ao estádio, assistiu o primeiro tempo e quando viu a vaca no brejo se mandou...
Aí no segundo tempo, sem a presença dele, o Cruzeiro quase que empata!
Beijos.
Colelo
Eu não tinha falado com o Neno e obviamente, não tinha conhecimento de suas andanças naquele domingo. Contudo, considerando seu histórico "pé frio", fiz essa inferência.
Agora vejam a resposta do Maninho:
Colelo,
Não sei porque, vocês pensam isso de mim.
Mas quase acertou, na verdade saí do estádio após o quarto gol do atlético. Precisavam ver as carinhas da Aline e Paula.
Só para terem uma idéia de como foi o nosso domingo.
Levantamos cedo, fomos a missa e então partimos para Uberlândia. Almoçamos em um ótima churrascaria, lá começamos a entrar em clima de jogo. Vários torcedores azuis ali estavam.
E a chuva caindo.
Fomos ao shopping. Estava lindo, torcedores de azul por todos os lados, na praça de alimentação nem se fala. raramente se via algum atleticano.
E a chuva caindo.
As 5:00 fomos para o Parque do Sabiá. A chuva tinha diminuído um pouco, mas ainda estava chuviscando. Ficamos da 5:30 até a hora do inicio do jogo, tomando chuva, aguardando. O estádio apesar de não estar lotado, estava muito bonito.
O jogo vexes já sabem, nunca vi tantos gols perdidos pelo lado do CRUZEIRO, e nem tanta facilidade da bola entrar pelo lado dos Galináceos.
Após o quarto gol do atlético, chamei minha turminha, Ana, Aline e Paula, para irmos embora, pois ainda tínhamos uma pequena viagem pela frente, e pelo rádio fui sabendo dos resultados.
Não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem.
Grande beijo.
OBS. Faça uma enquete no blog, se devo ou não assistir os próximos jogos.
De minha parte (tendo em conta, principalmente a terrível LA 2009 e mais este acontecido) proibiria o Neno de se aproximar a menos de 10 km (no mínimo) de qualquer estádio onde o Cruzeiro estivesse competindo, ainda que o adversário fosse o Tabajara FC (o Tretiquim é exemplo suficiente)...
O que vocês acham?
Pessoal, olhem só o que aconteceu:
Após de ter assistido, via PFC, o fatídico clássico 24/10 (Cruzeiro 3 x 4 atlético-MG), p. da vida e procurando uma explicação para uma das coisas mais louca que já vi em minha vida, considerando que o Cruzeiro finalizou muito mais do que o atlético-MG (23 vezes contra 7 dos rosados) e, ainda assim, saímos perdendo, enviei o seguinte e-mail para o Dado, com cópia para o Neno e para o Bruno:
Que jogo maluco foi aquele???
Tô achando que o Neno foi ao estádio, assistiu o primeiro tempo e quando viu a vaca no brejo se mandou...
Aí no segundo tempo, sem a presença dele, o Cruzeiro quase que empata!
Beijos.
Colelo
Eu não tinha falado com o Neno e obviamente, não tinha conhecimento de suas andanças naquele domingo. Contudo, considerando seu histórico "pé frio", fiz essa inferência.
Agora vejam a resposta do Maninho:
Colelo,
Não sei porque, vocês pensam isso de mim.
Mas quase acertou, na verdade saí do estádio após o quarto gol do atlético. Precisavam ver as carinhas da Aline e Paula.
Só para terem uma idéia de como foi o nosso domingo.
Levantamos cedo, fomos a missa e então partimos para Uberlândia. Almoçamos em um ótima churrascaria, lá começamos a entrar em clima de jogo. Vários torcedores azuis ali estavam.
E a chuva caindo.
Fomos ao shopping. Estava lindo, torcedores de azul por todos os lados, na praça de alimentação nem se fala. raramente se via algum atleticano.
E a chuva caindo.
As 5:00 fomos para o Parque do Sabiá. A chuva tinha diminuído um pouco, mas ainda estava chuviscando. Ficamos da 5:30 até a hora do inicio do jogo, tomando chuva, aguardando. O estádio apesar de não estar lotado, estava muito bonito.
O jogo vexes já sabem, nunca vi tantos gols perdidos pelo lado do CRUZEIRO, e nem tanta facilidade da bola entrar pelo lado dos Galináceos.
Após o quarto gol do atlético, chamei minha turminha, Ana, Aline e Paula, para irmos embora, pois ainda tínhamos uma pequena viagem pela frente, e pelo rádio fui sabendo dos resultados.
Não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem.
Grande beijo.
OBS. Faça uma enquete no blog, se devo ou não assistir os próximos jogos.
De minha parte (tendo em conta, principalmente a terrível LA 2009 e mais este acontecido) proibiria o Neno de se aproximar a menos de 10 km (no mínimo) de qualquer estádio onde o Cruzeiro estivesse competindo, ainda que o adversário fosse o Tabajara FC (o Tretiquim é exemplo suficiente)...
O que vocês acham?
domingo, 24 de outubro de 2010
Margarida(amarga vida)
Margarida
é só uma flor
margarida
para mim é mais
no canteiro
alegria
mamãe gostava tanto
Margarida
é só uma planta
margarida
para min é tudo
lembranças
besouros amarelo
bolinhas pretas
estavam sempre lá
Margarida
canteiro na fazenda
sempre tinha
margarida
ficavam brilhosas
ao sol
mamãe aguando
papai arrancando inço
Margarida
canteiro na cidade
mamãe sempre carinhando
papai mimando
canteiro em frente
às prosas da filharada
Margarida
por último o canteiro
abandonado
eu tentando acudir
um último mimo
margarida
nos cabelos
Nem sei se gosto
mais de margarida
é só uma flor
margarida
para mim é mais
no canteiro
alegria
mamãe gostava tanto
Margarida
é só uma planta
margarida
para min é tudo
lembranças
besouros amarelo
bolinhas pretas
estavam sempre lá
Margarida
canteiro na fazenda
sempre tinha
margarida
ficavam brilhosas
ao sol
mamãe aguando
papai arrancando inço
Margarida
canteiro na cidade
mamãe sempre carinhando
papai mimando
canteiro em frente
às prosas da filharada
Margarida
por último o canteiro
abandonado
eu tentando acudir
um último mimo
margarida
nos cabelos
Nem sei se gosto
mais de margarida
sábado, 23 de outubro de 2010
Humano
Eu sou completamente
diferente
e tão igual
Sou ingênuo
e inexplicavelmente
maldoso
Sou forte
e tão
vulnerável
Quero ser bom
e só penso
maldades
Quero ser belo
e só consigo
ser eu mesmo
Penso ser o melhor
mas a realidade
é bem diferente
SOU HUMANO
diferente
e tão igual
Sou ingênuo
e inexplicavelmente
maldoso
Sou forte
e tão
vulnerável
Quero ser bom
e só penso
maldades
Quero ser belo
e só consigo
ser eu mesmo
Penso ser o melhor
mas a realidade
é bem diferente
SOU HUMANO
sábado, 16 de outubro de 2010
Alma Pequena
De que vale a alma,
se a vida engana,
se não há chama,
se apenas lucidez e calma?
De que vale a alma,
se o vinho deprime,
se a paixão oprime,
se é conhecida a palma?
De que vale a alma,
se o o sonho é factível,
se a mentira verossímel,
se má é a urbana fauna?
De que vale a alma?
Para encerrar segredos,
medos,
fracassos,
laços,
traços
de fé?
De que vale a alma?
Fuga: Isso sim é o que ela é!
se a vida engana,
se não há chama,
se apenas lucidez e calma?
De que vale a alma,
se o vinho deprime,
se a paixão oprime,
se é conhecida a palma?
De que vale a alma,
se o o sonho é factível,
se a mentira verossímel,
se má é a urbana fauna?
De que vale a alma?
Para encerrar segredos,
medos,
fracassos,
laços,
traços
de fé?
De que vale a alma?
Fuga: Isso sim é o que ela é!
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Uma ajuda para uma maninha...
Li num post da Rose, Espaço Feminino, comentários de um anômimo que deduzi tratar-se de minha maninha Naira.
Também em outros post acredito ter havido a participação desta mesma anônima.
Então decidi tentar uma ajuda para que ela possa se identificar nos comentários e até mesmo postar no blog.
Vamos la:
Identificação nos comentários:
Postar:
(receitas, por exemplo)
Neste caso o administrador do blog (EU) terei que a convidar para participar como coloboradora, como já fiz com Thiago, Dado, Rose, Fernanda Souza, Cocada e Tarlei, e farei com o maior prazer tão logo tenha sua conta, após o que você terá que aceitar meu convite que chegará até você via e-mail.
Ajudei?!
Também em outros post acredito ter havido a participação desta mesma anônima.
Então decidi tentar uma ajuda para que ela possa se identificar nos comentários e até mesmo postar no blog.
Vamos la:
Identificação nos comentários:
Opção A - Cadastrar-se como "seguidora": Na coluna direita do blog, onde estão os Seguidores (12 até agora), existe um icone com a inscrição Seguir; Clique neste ícone; Uma nova página abrirá e você terá as seguintes opções (i) Faça login usando uma conta que já tenha sido criada - opção que você usará se ja possuir uma conta (um endereço de e-mail) nos seguintes sites: google, twitter, yahoo, aim, netlog ou openid. Neste caso é só clicar no ícone correspondente a sua conta (por ex.: google) e fazer seu login; Daí, sempre que entrar no blog faça seu login (clicando em login, lá em cima, no cantinho direito, e pode comentar a vontade que estará devidamente identificada. (ii) Você não tem nenhuma destas? Neste caso você deverá clicar em Criar uma nova conta do google, que aparece logo após a pergunta anterior, e abrir uma conta seguindo as instruções;
Opção B - Após fazer o comentário assine-o (digite seu nome), assim todos saberão quem comentou embora no post apareça "Anônimo disse...".
Postar:
(receitas, por exemplo)
Neste caso o administrador do blog (EU) terei que a convidar para participar como coloboradora, como já fiz com Thiago, Dado, Rose, Fernanda Souza, Cocada e Tarlei, e farei com o maior prazer tão logo tenha sua conta, após o que você terá que aceitar meu convite que chegará até você via e-mail.
Ajudei?!
sábado, 2 de outubro de 2010
?
Para mim, a mulher só existe nua
porque eu gosto dela pingando,
gosto dela crua
Não importa de que carne, de que alma é o gemido
Do suspiro angustiado, do arfar repetido,
só quero a inconsciência das entranhas
a demência da libido.
Pablo Gamba
porque eu gosto dela pingando,
gosto dela crua
Não importa de que carne, de que alma é o gemido
Do suspiro angustiado, do arfar repetido,
só quero a inconsciência das entranhas
a demência da libido.
Pablo Gamba
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Espaço Feminino

Espaço Feminino - Rose =)
BOLO BOMBA
Creme:
2 gemas peneiradas (reserve as claras para serem utilizadas abaixo)
1 lata de leite condensado
2 latas de leite
1 colher de sopa de amido de milho
- Levar ao fogo até engrossar.
Massa:
2 claras + 2 ovos (batidos com o garfo)
½ copo de óleo
1 copo de água fervendo
Peneirar juntos os ingredientes abaixo:
2 copos de farinha de trigo
1 copo de açúcar
1 copo de Nescau
1 colher sopa pó Royal
- Colocar em uma forma pequena, untada e polvilhada. Colocar o creme sobre a massa. Assar em forno pré aquecido.
Depois do bolo assado, despeje um brigadeiro mole por cima.
Brigadeiro de Microondas
Misture:
1 lata de leite condensado
4 colheres sopa de achocolatado
1 colher sopa de margarina
Noz moscada
- Leve ao microondas em potência alta por 3 minutos e mexa e volte ao micro ondas por mais 2 minutos.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Família,
Olhem que eu achei de meu esposo!!
Título: Pequenos Poemas, envio alguns.
Família
A mãe, oficina, construía.
O pai provia,
Driblando credos e credores.
As crias cresciam:
Oficinas e provedores.
Aos pais saíam.
Arvoredo
Medo.
Fico assim:
Pendido – Sobre o rio que me levaria ao mar.
Preso – Ao solo que não me deixa ir a nenhum lugar.
Rochedo
Magma, sílica, séculos...
E o vento – filho indócil –
Molda.
Olhem que eu achei de meu esposo!!
Título: Pequenos Poemas, envio alguns.
Família
A mãe, oficina, construía.
O pai provia,
Driblando credos e credores.
As crias cresciam:
Oficinas e provedores.
Aos pais saíam.
Arvoredo
Medo.
Fico assim:
Pendido – Sobre o rio que me levaria ao mar.
Preso – Ao solo que não me deixa ir a nenhum lugar.
Rochedo
Magma, sílica, séculos...
E o vento – filho indócil –
Molda.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Circo
José Saramago
(Portugal - 1922)
Poeta não é gente, é bicho raro
Que de jaula ou gaiola se escapou
E anda pelo mundo às cabriolas,
Aprendidas no circo que inventou.
Estende no chão a capa que o disfarça,
Faz do peito tambor, e rufa, salta,
É urso bailarino, mono sábio,
Ave de bico torto e pernalta.
Ao fim toca a charanga do poema,
Todo feito de notas arranhadas,
E porque bicho é, bicho ali fica,
A uivar às estrelas desprezadas.
(Portugal - 1922)
Poeta não é gente, é bicho raro
Que de jaula ou gaiola se escapou
E anda pelo mundo às cabriolas,
Aprendidas no circo que inventou.
Estende no chão a capa que o disfarça,
Faz do peito tambor, e rufa, salta,
É urso bailarino, mono sábio,
Ave de bico torto e pernalta.
Ao fim toca a charanga do poema,
Todo feito de notas arranhadas,
E porque bicho é, bicho ali fica,
A uivar às estrelas desprezadas.
sábado, 25 de setembro de 2010
Uma Pena!
Para voar, pássaros precisam apenas
de asas e penas.
Que pena,
não possuo nem uma nem outra!
E, sem roupa,
no topo do precipício,
sustento o suplício
de não ter escrito um só poema
que valesse a pena.
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Fugidia
Escapou do encontro, levada por intrigas,
que nem gato arisco xispando com fogo no rabo.
Não carecia tanto. Queria apenas um trago
e uma palavra, que nem precisava ser amiga!
domingo, 19 de setembro de 2010
Meu Batizado

Queridos tios, tias, primos e primas, convido a todos para o meu batizado que será realizado no dia 09/10 às 14h00 na Paróquia Nossa Senhora da Rainha no bairro Belvedere em Belo Horizonte.
Entendo que a distância é um dificultador para a grande maioria de vocês, mas como é véspera de feriado, talvez alguns de vocês possam comparecer ao meu primeiro sacramento.
Beijos,
Isadora
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
"À Clarice ou aos tristonhos sem quimeras"
Assistindo a uma entrevista de Clarice Lispector, escrevi:
Hoje eu morri, talvez amanhã renasça, mas hoje eu morri. Falo: eu morri. Estou cansada. de viver essa existência do sonho. Há um vazio estrangeiro, sou toda uma dor não sentida, dor de morte. Hoje eu morri, repito. Venho morrendo pela vida afora,venho ficando assim solitária e cansada, mas não tenho vontade de ter companhia. As pessoas não me interessam, o interesse estava no que não eram, sabendo-as, não me interessam. Não me sabendo, sufoco. Hoje eu morri, morri de tanto saber o que não sei.Não há mais esperança, estou cansada... mas, talvez amanhã renasça e talvez até saiba que o que não sei é tão pouco, há muito mais o que não saber.Mas hoje eu morri e tudo está distante,impalpável...o morto não tem tato; e tudo está tão longe, inaudível...silenciou o que antes era música. Trago o olhar duro porque os olhos não me fecharam .Esse olhar de quem não sabe, esse olhar de cansaço, de solidão...mas o morto é mesmo solitário. E quando dele querem notícias perguntam aos outros, o morto não tem o que dizer, está morto. E assim, um dia, quem sabe, me fecharão os olhos para que não veja que a minha morte comove tão pouco, que essa ausência não faz falta. Hoje eu morri, e deixo, antes do estertor derradeiro, o silêncio dos que não precisam de consolo. O passado é uma roupa que não me veste mais. Entorna em mim o que é inexistência.
Hoje eu morri, talvez amanhã renasça, mas hoje eu morri. Falo: eu morri. Estou cansada. de viver essa existência do sonho. Há um vazio estrangeiro, sou toda uma dor não sentida, dor de morte. Hoje eu morri, repito. Venho morrendo pela vida afora,venho ficando assim solitária e cansada, mas não tenho vontade de ter companhia. As pessoas não me interessam, o interesse estava no que não eram, sabendo-as, não me interessam. Não me sabendo, sufoco. Hoje eu morri, morri de tanto saber o que não sei.Não há mais esperança, estou cansada... mas, talvez amanhã renasça e talvez até saiba que o que não sei é tão pouco, há muito mais o que não saber.Mas hoje eu morri e tudo está distante,impalpável...o morto não tem tato; e tudo está tão longe, inaudível...silenciou o que antes era música. Trago o olhar duro porque os olhos não me fecharam .Esse olhar de quem não sabe, esse olhar de cansaço, de solidão...mas o morto é mesmo solitário. E quando dele querem notícias perguntam aos outros, o morto não tem o que dizer, está morto. E assim, um dia, quem sabe, me fecharão os olhos para que não veja que a minha morte comove tão pouco, que essa ausência não faz falta. Hoje eu morri, e deixo, antes do estertor derradeiro, o silêncio dos que não precisam de consolo. O passado é uma roupa que não me veste mais. Entorna em mim o que é inexistência.
Assinar:
Postagens (Atom)



